CARTAS AOS ESTUDANTES
Max Heindel

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Prefácio
Durante oito anos, Max Heindel, o místico e ocultista, enviou aos estudantes da Fraternidade Rosacruz uma carta mensal cheia de valiosas informações, explicando a causa das muitas dificuldades que ocorrem na vida diária, não só com as pessoas como também com as nações, e dando uma possível solução para elas. Estas noventa e sete cartas, enviadas desde o Natal de 1910 a Janeiro de 1919, constituem o assunto deste livro. Sendo o mensageiro autorizado dos Irmãos da Ordem Rosacruz e em estreito contato com eles, Max Heindel esteve continuamente recebendo e dando aos seus estudantes informações relativas à passada, presente e futura evoluções da vida e da forma. Sob orientação dos Irmãos da Ordem, ele foi capaz de verificar por si próprio essas informações e acrescentar-lhes muitos outros detalhes. As cartas deste livro projetam muitas luzes sobre a Filosofia Rosacruz e indicações práticas e proveitosas para um Cristão místico viver a vida. Em muitas destas cartas aparece uma referência às lições que as acompanhavam, isto é, cada carta ia acompanhada de uma lição em forma de folheto. A maior parte dessas lições já foi publicada em livros, e podem ser úteis, como referência, para os leitores desta obra. Os livros publicados até agora são os seguintes: "Maçonaria e Catolicismo", "A Teia do Destino", "Mistério das Grandes Óperas", "A Interpretação Mística do Natal" e "Coletâneas de um Místico". As lições ainda não publicadas aparecerão em um segundo volume do livro "Coletâneas de um Místico". Os leitores destas cartas obterão muito mais proveito se consultarem as lições correspondentes, conforme vão sendo dadas. Ao oferecer estas cartas ao mundo, sentimos que estamos contribuindo para proporcionar a todos uma fonte de valor e importância permanentes, na qual o estudante do esoterismo obterá substancial ajuda em seu progresso pelo Caminho.
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CARTA Nº 21 - Agosto de 1912 - O ESPÍRITO DE CRISTO E A PANACÉIA ESPIRITUAL |
CARTA Nº 33 - Agosto de 1913 - APROVEITAR NOSSAS OPORTUNIDADES |
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CARTA Nº 49 - Dezembro de 1914 - DESEJO - UMA ESPADA DE DOIS GUMES |